Estaremos completando um ano de luta, contra esta política de segregação racial, social/financeira que vivemos em no$$a cidade. Denunciando procurando respostas de forma pacífica e não tendo o respeito e a devida atenção de nossas autoridades. Alternativas e amigos tem se somado ao longo do tempo, e o favor de DEUS tem orquestrado a nossa persistência, divergindo a todo nosso trabalho Prefeitura e mercado imobiliário continuam a promover a faxina étnica em $alvador. O muro da vergonha continua sendo construindo segregando todo o bairro e excluindo a possibilidade da comunidade de Mussurunga viver os famigerados benefícios que os lacaios das construtoras afirmam, mas não descrevem. Estamos completando um ano de luta e estes não descreverem para nós nenhum benefício, nossos direitos não são respeitados, não conhecemos o projeto, não é discutido o passivo ambiental com a comunidade e os 25% do valor das obras que devem ser executados como benefícios de contra-partida. Por último vemos todo um esforço para a marginalização sócio/cultural de um povo que possui etnia predominantemente negra,onde se é negado o direito de moradia daqueles que o conquistaram com muito trabalho e sofrimento.
terça-feira, 9 de junho de 2009
Marginalização de $alvador
Estaremos completando um ano de luta, contra esta política de segregação racial, social/financeira que vivemos em no$$a cidade. Denunciando procurando respostas de forma pacífica e não tendo o respeito e a devida atenção de nossas autoridades. Alternativas e amigos tem se somado ao longo do tempo, e o favor de DEUS tem orquestrado a nossa persistência, divergindo a todo nosso trabalho Prefeitura e mercado imobiliário continuam a promover a faxina étnica em $alvador. O muro da vergonha continua sendo construindo segregando todo o bairro e excluindo a possibilidade da comunidade de Mussurunga viver os famigerados benefícios que os lacaios das construtoras afirmam, mas não descrevem. Estamos completando um ano de luta e estes não descreverem para nós nenhum benefício, nossos direitos não são respeitados, não conhecemos o projeto, não é discutido o passivo ambiental com a comunidade e os 25% do valor das obras que devem ser executados como benefícios de contra-partida. Por último vemos todo um esforço para a marginalização sócio/cultural de um povo que possui etnia predominantemente negra,onde se é negado o direito de moradia daqueles que o conquistaram com muito trabalho e sofrimento.
segunda-feira, 4 de maio de 2009
$alvador, PDDU e o povo
Mais uma vez buscamos socorro nos órgãos públicos e a resposta que encontramos é $uperior e discriminatória (estamos priorizando o novo projeto de habitação). E o socorro das famílias que estão ameaçadas de perder suas casas? Gostaria de conhecer alguma iniciativa dos governos municipais e estaduais em $alvador que beneficiam a maioria, o povo bom e humilde da terra, sem conotação eleitoreira. SUCON, SUMAC, SEDUR, e tantas outras só entendem uma só linguagem quando falam com o povo, a do protesto e a mobilização social.
Cidadãos são punidos quando procuram seus direitos, D. Cissa moradora a décadas de mussurunga, se tornou ícone de resistência e superação, resistindo em sua casa, após destruição de suas plantações, de onde retirava sustento de sua família. Se vê ameaçada hoje por uma vala que pode causar deslizamento de terra e tantos outros desastres (ratos, cobras, dengue e etc). Cabe ressaltar que no estado original do solo de Mussurunga II existiam situações de risco anteriores ao desmatamento, após o crime ambiental as situações de risco aumentam exponencialmente. É repugnante que uma parceria que envolva governantes e a Ademi possa utilizar de meios tão baixos para reprimir e manipular uma comunidade.
sábado, 11 de abril de 2009
Prefeitura de $alvador continua a violentar a cidade.
No período eleitoral foi vendida a idéia que "a cidade é um canterio de obras" palavras do no$$o prefeito Joao Herinque, entretanto as obras mostram seu lado escuso e cruel preparando a cidade para novos empreendimentos imobiliários, oprimindo as comunidades menos abastadas financeiramente com força, logistica e recursos públicos. O desvio de grande somas públicas são visiveis aos mais indoutos. Quem não sabe como funciona as coisas? Superfaturamento de obras arruinam as contas do governo e em contra partida este alega não ter dinheiro para o desenvolvimento humano. Ambientes de classes mais ricas são projetados e executados a toques de crueldade, como nos tempos dos coroneis, não se pode conceber que a construção de projetos de luxos com vários complexos deve segregar e destruir famílias em no$$a cidade. Não são poucas as situações em que o mercado imobiliario e a prefeitura tem atacado $alvador. Tororó, Mussurunga e Vila Brandão são exemplos declarados onde se manifesta a parceria Prefeitura e empresas representadas juridicamente pela ADEMI. Diante de toda essa perspectiva cabe a seguinte pergunta, a cidade é um canterio de obras para benefício de que segmentos? Existe representatividade da população da no$$a $cidade$ na prefeitura? O que podemos esperar de uma gestão que em suas atitudes tem multiplicado os abismos sociais em uma velocidade altissíma? Concessões de todo tipo são dadas ao segmento Imobiliário mais sabemos que este gera empregos temporários na sua grande maioria. Todas estas concessões em segmentos que mantêem postos de trabalho por períodos maiores poderiam melhorar a capacidade de sobrevivência dos soteropolitanos. Só no carnaval a prefeitura derrubou dez casas em mussurunga onde iremos chegar?
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
Mussurunga busca respostas concretas na SEDUR.
Na última quinta-feira dia 12, através de ato democrático convocatório juntamente com companheiros de Irecê, consseguimos audiência com Sr. Afonso secretário da SEDUR e a Sra Maria Del Carmem CONDER, onde expomos o sofrimento e seus reflexos vividos por numerosas famílias de mussurunga. Diante do acordo e a promessa feita a nós de definir três tipos de área aqui em mussurunga, aguardamos atentos a posicionamentos oficiais.
segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
Prefeitura PDDU Mussurunga
Sei que imagens dizem mais que mil palavras, o que me cabe, então, a devida comparação de sentimentos das pessoas de todos os videos. Ainda falam que o povo pobre da cidade não é discriminado e não sofre.
terça-feira, 13 de janeiro de 2009
Abaixo-assinado assine e nos ajude a mudar $alvador.
Caros, vizinhos, amigos e irmãos brasileiros. Temos por desafio modificar o costume do uso dos nossos recursos naturais em benefício de poucos (ricos e poderosos) e manifestar o interesse do coletivo maciço que grita por socorro, sendo no aumento das estatísticas da insegurança, violência e com muito pesar o aumento exponencial de mortos. A modificação dos espaços urbanos ou rurais, precisa de uma nova formatação, estabelecendo prioridades ambientais/humanas e não somente económicas. As pessoas são o maior património de uma sociedade elas preservam e mantém vivo todo um legado.
É por tudo isso, é pelo sofrimento de muitos, que recorremos a você nosso(a) amigo(a) para nos ajudar a escrever um capítulo mais humano em nossa cidade.
ASSINE: http://www.abaixoassinado.org/abaixoassinados/3716
Assine clique aqui.
É por tudo isso, é pelo sofrimento de muitos, que recorremos a você nosso(a) amigo(a) para nos ajudar a escrever um capítulo mais humano em nossa cidade.
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domingo, 11 de janeiro de 2009
Verdade sobre o Canal Mussurunga

Isso é uma pequena amostra da prosperidade que o mercado imobiliario traz para $alvador e seu povo. Destruindo toda forma de subsistência e extrativismo que as pessoas que não tem oportunidades em nossa cidade, desenvolvem. Observe a foto do google e o que estão fazendo (vídeo). Para onde o povo humilde de $alvador vai. O PDDU que em suas palavras é ferramenta de promoção do capital humano que no$$a cidade possui, se caracteriza na prática como um instrumento de benefício dos barões do mercado imobiliário baiano.
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